Em defesa das conquistas democráticas e por um futuro ecológico e socialista

 

As delegadas e delegados do 8º Congresso do Químicos Unificados aprovaram sua linha de ação e o plano de lutas para os próximos anos. Entre os dias 1 e 3 de agosto, as trabalhadoras e trabalhadores defenderam o direito por um ambiente de trabalho digno e de respeito com todos e todas.

Debateram ainda sobre o combate à extrema direita e o fascismo, às opressões, além de buscar alternativas solidárias, uma forma diferente de relação de trabalho e renda com base nos valores da solidariedade, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos. O Congresso contou com dois importantes convidados, que falaram sobre a conjuntura nacional e internacional. Glauber Braga, deputado federal (PSOL/RJ), falou sobre o escândalo do Orçamento Secreto e a perseguição que vem sofrendo. Reforçou a importância da classe trabalhadora para pressionar o Congresso Nacional. “A pauta pelo fim da escala 6×1 e a taxação dos super-ricos ganhou o Brasil. Por isso, é tão importante ter sindicato de luta como esse, para pautar importantes temas como a redução de jornada”, disse. “O internacionalismo é um dos princípios do MST, de que a luta contra a exploração do ser humano e por direitos não tem fronteiras, geográficas ou étnicas na construção de uma sociedade socialista, justa”, afirmou Cássia Bechara, da direção nacional do MST e da escola Florestan Fernandes.

 

CONHEÇA AS PRINCIPAIS RESOLUÇÕES DO PLANO DE LUTAS:

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