Categoria: Shell

  • Filme O Lucro Acima da Vida terá exibição piloto dia 6 de junho, em Paulínia

    Filme O Lucro Acima da Vida terá exibição piloto dia 6 de junho, em Paulínia

    Uma apresentação piloto do filme O Lucro Acima da Vida será realizada no Teatro Municipal de Paulínia, no dia 06 de junho, com início às 20 horas. Participarão desta exibição piloto os ex-trabalhadores Shell/Basf, integrantes da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq), dirigentes sindicais, atores, figurantes, produtores, realizadores e patrocinadores. O evento é parte integrante da programação do Sindicato Químicos Unificados pela passagem da Semana do Meio Ambiente 2014, que vai de 01 a 07 de junho. O Dia Mundial do Meio Ambiente é 05 de junho, e, tradicionalmente, o Unificados organiza atividades relativas ao tema.

    Lançamento em dezembro

    O lançamento público oficial do filme O Lucro Acima da Vida será em dezembro próximo. No dia 06 de junho, em Paulínia, haverá uma exibição piloto que precederá a finalização do longa metragem.

    Entre todas as dificuldades para a produção de um longa metragem por um sindicato, a última vencida foi o recebimento de autorização da Agência Nacional do Cinema (Ancine) que é uma agência reguladora que tem como atribuições o incentivo, a regulação e a fiscalização do mercado do cinema e do audiovisual no Brasil. A Ancine é vinculada ao Ministério da Cultura.

    Com esta autorização passa a ser possível captar recursos, com base nas leis de incentivos audiovisuais, e a projeção do filme nas salas de cinema de todo território nacional.

    Assista trailer

    SIGA ESTE ENDEREÇO – ou na imagem acima – para assistir trailer de O Lucro Acima da Vida.

    Eternizar e contar uma história de lutas e vitórias
    Contra Shell/Basf, duas poderosas multinacionais
    por crime de contaminação ambiental em Paulínia

    Esta é uma luta que precisa ficar registrada na história. Ela deve ser eternizada e divulgada o máximo possível, por todos os meios, para que cresçam, cada vez mais, a resistência contra a contaminação ambiental, a defesa do planeta e da natureza, e que a vida e a saúde sejam colocadas acima dos interesses pelo lucro e da exploração capitalista, irresponsável e criminosa. Ou seja, que a vida esteja acima do lucro.

    O filme longa metragem O Lucro Acima da Vida retrata toda a história do crime ambiental cometido pelas multinacionais Shell Brasil e Basf S.A. na planta industrial localizada no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Ele abordará o período desde antes da denúncia se tornar pública, com o cotidiano dos trabalhadores, passará pelas manobras das duas empresas na tentativa de escaparem de responsabilizações e punições e culminará com a vitória final dos ex-trabalhadores, do Unificados, da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq) e de entidades e pessoas que se somaram a esta luta.

    Fatos reais

    O filme, uma ficção baseada em fatos reais, é rodado em locações nas cidades de Campinas e Paulínia. Cerca de cem ex-trabalhadores da Shell/Basf atuam como figurantes. O papel principal é do ator Deo Garcez. Ele interpreta o coordenador da Atesq, entidade que junto com o Unificados enfrentou os 12 anos de batalha judicial contra as duas multinacionais.

    Também são atores em destaque João Vitti, Dênis Derkian, Celso Batista, Zezé Motta, Ailton Graça e Mateus Carrieri.

    Para Deo Garcez, a oportunidade de participar deste filme é única. “Fazer parte de um projeto como este, que trata de uma tragédia humana e ambiental, em que tantas vidas foram perdidas, e o sofrimento ainda perdura, certamente dignifica e dá sentido a qualquer artista preocupado com sua função social”, declara.

    História completa da luta

    SIGA ESTE ENDEREÇO – ou na imagem acima – para ler toda a história e ver fotos sobre os 12 anos do Unificados e da Atesq contra a Shell/Basf.

  • Seminário sobre saúde e segurança no trabalho – René Mendes e Shell: O quê essa dupla tem a oferecer!?


    O dr. René Mendes, médico toxicologista contratado pela Shell Brasil S.A. como seu consultor nas questões de contaminação provocadas pela empresa na planta de Paulínia/SP, e Judy Balint, consultora de saúde ocupacional para a América Latina da Shell, participarão como palestrantes de programação intitulada Seminário Mudando os Rumos da Saúde e Segurança no Trabalho – Desafios e Oportunidades, promovido pelo CBSSI – Centro Brasileiro de Segurança e Saúde Industrial.

    No seminário, que será nos dias 17 e 18 de março no Centro de Convenção Rebouças, em São Paulo, o dr. René coordenará o painel Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador e Judy Balint, no painel Medicina Baseada em Evidências, discorrerá sobre A Experiência da Shell. Todas as informações sobre o seminário estão em www.cbssi.com.br

    Afronta

    Entendemos ser uma afronta aos 220 ex-moradores das chácaras no Recanto dos Pássaros e aos 846 ex-trabalhadores da Shell/Basf, todos diretamente expostos à contaminação química promovida pela multinacional, mais aos cerca de 2,5 milhões de habitantes da região de Campinas que se abastecem no rio Atibaia, que o Dr. René Mendes e a própria Shell possam influenciar em atividade que, conforme sua proposta, tem como objetivo mudar os rumos da saúde e da segurança no trabalho.

    É por isso que questionamos, em manifesto: O quê essa dupla tem a oferecer!?

    Leia:

    *Denúncia do Sindicato sobre o “Caso Shell” faz o Dr René Mendes perder reconhecimento internacional ao ver recusada sua aceitação como membro vitalício do Collegium Ramazzini, sediado na Itália (novembro/2002).

    *Saiba tudo sobre o crime ambiental Shell/Basf, na planta de Paulínia/SP.

  • Quimicos Unificados denúnciam crime ambiental Shell/Basf no Fórum Social Mundial 2005.

    Direto de Porto Alegre – Oficina Shell/Basf

    Shell trilhou um projeto consciente de Produzir/contaminar… lucrar e ir embora, deixando doenças e terra arrasada.

    A Oficina sobre o Crime Ambiental Shell/Basf realizada na tarde de ontem (28 de janeiro) no FSM – Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, deixa muito claro que a contaminação ambiental e em seus trabalhadores produzido pelas empresas Shell/Basf em Paulínia é conseqüência de um projeto criminoso aplicado por multinacionais em todo o mundo, que seguem sempre os seguintes passos: Produzir/contaminar… lucrar e ir embora, deixando pra trás doenças e um passivo ambiental.

    Rasteiro recebe de José Bravo relato sobre como agiram contra empresas contaminadora nos EUA. Dr. Carlos Siqueira, professor em LOWELL.

    A mesa que dirigiu a Oficina sobre o crime ambiental Shell/Basf, no FSM

    Nessa Oficina, organizada pelo Sindicato Químicos Unificados, isso ficou constatado com o relato de casos de crimes ambientais cometidos por multinacionais em todo o mundo (inclusive outros das próprias Shell e Basf), nos quais a história segue sempre essa irresponsável e trágica lógica. Assim, a principal decisão tomada pelos presentes foi a de ser formada uma rede internacional de trabalhadores para fazer crescer a luta contra as empresas poluidoras que, basicamente, são multinacionais. Também será desenvolvido um plano para se envolver toda a sociedade nessa questão, com destaque para as comunidades vizinhas às áreas em risco ou já contaminadas. Com esse objetivo, ficaram pré-agendados contatos preparatórios para um novo encontro que ocorrerá em 2006, na Venezuela, com a participação de sindicalistas, ambientalistas, e professores e pesquisadores em universidades que estão sensíveis e integrados nessa luta, inclusive da Unicamp.

    Dave Campbell, norte-americano dirigente do Sindicato Nacional dos Químicos, Petroleiros e de Energia, dos Estados Unidos, e o mexicano José Bravo, dirigente da Just Transition Alliance (Aliança por uma Transição Justa), relatam casos idênticos que enfrentaram, inclusive com as próprias Shell/Basf no estado da Califórnia. Oscar Cañes Fajardo, dirigente da Organizaciones Sociales de Arauca, na Colômbia, denunciou que em seu país as multinacionais petroleiras reprimem violentamente qualquer trabalhador, sindicalista ou ambientalista que tente se opor aos crimes ambientais e trabalhistas que cometem.

    O Dr. Carlos Eduardo Gomes Siqueira, brasileiro professor de Ambiente do Trabalho na Universidade de Massachusetts/LOWELL, nos Estados Unidos, afirma que as multinacionais sabem muito bem o que irão produzir, o perigo dos produtos que manipulam e que irremediavelmente irão contaminar seus trabalhadores e a comunidade vizinha, Portanto, a contaminação, quando vem a público, já está instalada há décadas e não é acidental. Ela era absolutamente prevista e, portanto, trata-se de crime praticado de forma consciente na busca do lucro.

    Também participaram da Oficina e deram depoimentos Antonio Marco Rasteiro e Francisco Tavares Gomes, da Comissão de Ex-Trabalhadores Shell/Basf; e o Dr. Roberto Ruiz, assessor médico do trabalho do Unificados fez uma explanação geral de como está saúde dos ex-trabalhadores. Também participaram sindicalistas da Alemanha e da Suíça, brasileiros de outras categorias profissionais e ambientalistas.

    Justiça Ambiental

    Oficina da Rede Brasileira de Justiça Ambiental aborda crime Shell/Basf

    O crime de contaminação ambiental e humana cometido pela Shell/Basf também foi abordado em Oficina realizada ontem no FSM. Organizada pela Rede Brasileira de Justiça Ambiental, Rasteiro e Tavares, da Comissão de Ex-Trabalhadores Shell/Basf, fizeram um relato sobre a contaminação no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia, e a luta que está sendo travada para que as multinacionais venham ser responsabilizadas. Também fizeram composição da mesa Eliezer João de Souza, da ABREA – Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto; Jeffer Castelo Branco, da ACPO – Associação de Combate aos POP’s que teve origem com o “Caso Rhodia”, em Cubatão; Danilo Fernandes Costa, médico do trabalho especializado em contaminação com benzeno; e Herling Alonzo, representante do Ministério da Saúde.

    A Rede Brasileira de Justiça Ambiental é formada por uma série de entidades, associações e movimentos. Mais informações no endereço da Rede na Internet, que é www.justicaambiental.org.br. Contatos pelo e-mai: brsust@fase.org.br .

    Outras Oficinas

    Hoje o Unificados realizará a Oficina INSR – Rede Internacional de Solidariedade: O fortalecimento de uma rede de sindicalistas europeus e sul-americanos em luta contgra o neoliberalismo. Um exemplo concreto de solidariedade de classe sem fronteiras, que já é realidade. A atividade se encerrará no início da noite.

    Domingo o sindicato fará a Oficina SOS Colômbia: Uma campanha de denúncia internacional sobre os efeitos da exploração do petróleo na Colômbia, onde corporações petrolíferas internacionais levaram a completa militarização da região de Arauca. Forcas paramilitares fazem a repressão sobre as organizações sociais, com seqüestros, assassinatos e expulsões de moradias, tudo com o poder das armas e da assistência técnica e financeira dos Estados Unidos. A atividade se realizará das 14 às 17 horas.

    Tudo sobre o V FSM

    Saiba mais sobre o V Fórum Social Mundial em www.forumsocialmundial.org.br

    28 de janeiro/2005

    Direto de Porto Alegre

    Quimicos Unificados presentes na Caminhada Pela Paz, a abertura oficial do Fórum Social Mundial 2005

    Sindicato promove três Oficinas no V FSM, em Porto Alegre.

    Quimicos Unificados presentes na Caminhada do FSM 2005

    A Caminhada Pela Paz abriu oficialmente o V FSM – Fórum Social Mundial, que se realiza de 26 a 31 de janeiro, em Porto Alegre. Uma delegação de dirigentes e militantes do Sindicato Químicos Unificados está presente no FSM, onde desenvolverá três atividades, também denominadas como Oficinas. A Caminhada, que simboliza a congregaçao das delegações do mundo todo, teve início às 18 horas do dia 26 e contou com cerca de 200 mil participantes segundo estimativa da EPTC – Empresa Pública de Transporte e Circulaçao (órgao da prefeitura), em um trajeto de aproximadamente oito kms.

    Caminhada percorre a Av.Borges de Medeiros

    “Um outro mundo é possível”

    Porto Alegre é mais uma vez o ponto de encontro de militantes e ativistas políticos, sociais, culturais, ambientalistas e das chamadas minorias, entre outros, que questionam a desigualdade, a injustiça, a intolerância, a devastação ambiental e o preconceito. O FSM se desenvolve por meio da realização de conferências, palestras, testemunhos, painéis e manifestações, momentos em que todos expressam democraticamente suas inquietações sobre as atuais regras que dominam a sociedade mundial. Mas para além das críticas, o FSM aproxima e reúne companheiros e companheiras que lutam pela construção de uma nova forma de se pensar os relacionamentos entre os homens e sobre a vida, na busca de uma sociedade justa e igual para todos. Não é por outro motivo que o mote principal do FSM é “Um outro mundo é possível”.

    Os onze Espaços Temáticos em que se dividem os debates são: Bens Comuns das Terras e dos Povos; Arte e Criação; Comunicação; Defendendo as Diversidades, Pluralidade e Identidades; Direitos Humanos; Economias Soberanas pelo e para os Povos; Ética, Cosmovisão e Espiritualidades; Lutas Sociais e Alternativas Democráticas; Paz e Desmilitarização; Pensamento Autônomo; Rumo à Construção de uma Ordem Democrática Internacional e Integração dos Povos.

    Nessa edição do FSM estão inscritas 5.700 organizações e entidades, de aproximadamente 110 países, que promovem cerca de 2.500 atividades (Oficinas) integrantes destes Espaços Temáticos.

    Lula: vaias e aplausos

    A mobilização internacional promovida por um conjunto de ONG’s e que é intitulada “Chamada Global para a Ação contra a Pobreza” foi lançada na manhã de hoje, no Ginásio Gigantinho, com discursos do presidente Lula e de representantes de países africanos e asiáticos.

    Entre as aproximadamente 10 mil pessoas presentes, um grupo de cerca de 500 manifestantes dirigiam vaias a Lula, em protesto contra os rumos da política econômica de seu governo. Em resposta, os demais aplaudiam. Do lado de fora, com a opção tomada de não entrar no Gigantinho, cerca de 200 militantes auto-intitulados como “únicos representantes de fato da ?esquerda’” promoveram uma manifestação na rua. Houve choques com a Brigada Militar (a Polícia Militar no Rio Grande do Sul) e alguns manifestantes foram detidos.

    As três Oficinas do Químicos Unificados

    Hoje ocorrerá a primeira das três oficinas que o Sindicato Químicos Unificados está promovendo no V Fórum Social Mundial. Essa é a programação:

    1) Crime Ambiental Shell/Basf – Quando o lucro se sobrepõe à vida. Caminhos para prevenção e responsabilização criminal.

    Nessa atividade serão abordados os crimes de contaminações do ambiente e em seus trabalhadores cometido pelas multinacionais Shell e Basf, no Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Essa oficina será realizada no dia 28 de janeiro, das 14 às 17 horas.

    2) INSR – Rede Internacional de Solidariedade.

    O fortalecimento de uma rede de sindicalistas europeus e sul-americanos em luta contra o neoliberalismo. Um exemplo concreto de solidariedade sem fronteiras, que já é uma realidade. A atividade será realizada no dia 29 de janeiro, das 12 às 15 horas.

    3) SOS Colômbia.

    Uma campanha de denúncia internacional sobre os efeitos da exploração do petróleo na Colômbia, onde corporações petrolíferas internacionais levaram a completa militarização da região de Arauca. Forcas paramilitares fazem a repressão sobre as organizações sociais, com seqüestros, assassinatos e expulsões de moradias, tudo com o poder das armas e da assistência técnica e financeira dos Estados Unidos.

    Entre aqui na página do FSM. Conheça quem o organiza, seus princípios, seus objetivos, a história das edições anteriores e a organização dessa sua V edição.

    janeiro/2005

    Fórum Social Mundial

    Químicos Unificados promovem três atividades

    O Sindicato Químicos Unificados estará desenvolvendo três atividades no V FSM – Fórum Social Mundial, que se realiza em Porto Alegre no período de 26 a 31 de janeiro. Essas atividades, que no Fórum são denominadas de Oficinas, estão sendo promovidas pelo sindicato em conjunto com entidades e sindicalistas da Europa e da América Latina.

    Cerca de 100 mil pessoas de todo o mundo, entre militantes, ativistas políticos, defensores das lutas dos trabalhadores, do meio ambiente e dos movimentos sociais se dirigem a Porto Alegre para participarem do FSM. Diversas entidades promovem Oficinas nas quais são denunciadas, debatidas e coletadas propostas para a superação dos problemas apresentados. O Fórum é também um privilegiado espaço de pressão política, tanto nacional como internacional.

    *Leia o jornal dos Químicos Unificados que divulga nossas atividades no FSM.
    *Nossas participações em anos anteriores no FSM.
    *Saiba tudo sobre o FSM.

    novembro/2004

    Fórum Social Mundial

    ESTAREMOS NO FSM 2005

    Durante seis dias, de 26 a 31 de janeiro de 2005, mais uma vez Porto Alegre será a capital mundial da solidariedade, do companheirismo da tolerância e do respeito à diversidade de pensamentos, costumes, culturas e, principalmente, de uma significativa trincheira no fortalecimento da luta contra o capitalismo que, em busca do lucro a qualquer custo, promove a criminosa exploração do homem, o genocídio, a destruição da natureza, o ódio entre os povos e a guerra, situações que provocam a miséria, a violência, a ignorância e a morte, por bala, bomba, fome ou doença para a maioria da população, a classe trabalhadora, enquanto a elite econômica e exploradora se farta e acumula riquezas.

    Estamos falando da V edição do FSM – Fórum Mundial Social, que volta a Porto Alegre, onde também foi realizado nos anos de 2001, 2002 e 2003. A sua IV edição, em 2004, ocorreu na Índia.

    Entre aqui na página do FSM. Conheça quem o organiza, seus princípios, seus objetivos, a história das edições anteriores e a organização dessa sua V edição.

    Nossas oficinas em 2005

    O Sindicato dos Químicos Unificados estará promovendo três atividades no FSM 2005, que são chamadas de oficinas.

    São elas:

    1) Crime Ambiental Shell/Basf – Quando o lucro se sobrepõe à vida. Caminhos legais para prevenção e responsabilização criminal.

    Nessa oficina vamos levar, aos milhares de participantes integrantes de inúmeras entidades e organizações nacionais e internacionais que lá estarão, o crime de contaminação ambiental e contra os trabalhadores cometido pela Shell e pela Basf na planta industrial no Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Além de ampliar a repercussão das denúncias já públicas, vamos buscar sugestões e indicativos de alternativas concretas para que fatos semelhantes não mais se repitam e que a Shell e a Basf sejam punidas e responsabilizadas exemplarmente.

    Na oficina haverá depoimentos de ex-trabalhadores da Shell/Basf, a apresentação de um documentário em vídeo produzido pelo COT – Centro Organizativo dos Trabalhadores, criado pelo Sindicato Químicos Unificados, e um debate. Também serão distribuídos em Porto Alegre jornais impressos com a história desse crime bem como cópia em CDs do documentário.

    *Saiba tudo sobre o crime de contaminação Shell/Basf

    2) A resistência dos trabalhadores e do povo colombiano contra a barbárie capitalista.

    Nessa oficina, que contará com depoimentos de companheiros(as) trabalhadores(as) e sindicalistas(as) colombianos(as), serão relatadas suas lutas contra a repressão paramilitar de direita a suas organizações de classe, a predatória ação das multinacionais e o Plano Colômbia, um projeto imperialista estadunidense de dominar a Amazônia já implantado e em execução contra o povo colombiano.

    Nela, vamos buscar mecanismos de alavancar denúncias dos fatos, ignorados intencionalmente pela chamada “grande imprensa” e buscar solidariedade de todos os povos para barrar essa criminosa barbárie capitalista.

    *Conheça aqui a luta de resistência dos(as) companheiros(as) trabalhadores colombianos.

    3) Os 15 anos da Rede de Solidariedade Internacional – Uma história de resistência internacional dos trabalhadores contra a globalização e o neoliberalismo.

    Sindicalistas e ativistas de vários países estiveram reunidos no Brasil em agosto de 2000, e discutiram como responder à globalização e ao neoliberalismo, sinônimos da ofensiva capitalista, do ataque às conquistas sociais e às condições de trabalho em todo o mundo. Os participantes concordaram em construir um Rede de Solidariedade Internacional (RSI).

    Nessa oficina estarão presentes sindicalistas de vários países da Europa, da América Latina e também dos Estados Unidos. Nela, vamos buscar ampliar as condições que permitam a troca de informações e experiências, o desenvolvimento de ações conjuntas, e a viabilização de ações de solidariedade ativa entre os trabalhadores que, nas diversas regiões do planeta, lutam em defesa dos seus direitos. Uma luta internacional contra o neoliberalismo e contra todas as formas de exploração e opressão.

    *Aqui, se informe e passe a integrar a Rede de Solidariedade Internacional.

  • Unificados e Atesq em debate sobre controle social e saúde do trabalhador, na Fiocruz/RJ

    Unificados e Atesq em debate sobre controle social e saúde do trabalhador, na Fiocruz/RJ

    O controle social e a importância do nexo coletivo para a saúde do trabalhador é o tema do próximo Centro de Estudos Miguel Murat, no dia 16 de abril. O encontro contará com a presença dos palestrantes Heleno Corrêa Filho, professor da Unicamp, Antônio de Marco Rasteiro, coordenador-geral da Associação dos trabalhadores expostos a substâncias químicas, e Glória Nozella, representante do Sindicato de Químicos Unificados, regional de Campinas. A coordenação do evento ficará a cargo do pesquisador da Escola, Francisco Pedra. A atividade está marcada para as 14 horas, no salão internacional, e é aberta a todos os interessados.

    A falta de acesso e inadequação dos espaços físicos, a ausência de definição de fluxos e rotinas para atendimentos e encaminhamentos, o desabastecimento de medicamentos, materiais e insumos para a execução dos serviços, além da deficiência das equipes de trabalho e a falta de investimento numa política de desenvolvimento da saúde dos trabalhadores. Essas são questões que afetam os trabalhadores usuários dos serviços públicos e serão tratadas no Ceensp. Muitas vezes, o serviço não se importa com as pessoas que chegam em busca de ajuda para resolver um problema de saúde, de trabalho ou previdenciário. Os trabalhadores e usuários, por sua vez, sentem o resultado de um modelo de assistência em que o direito do cidadão à saúde e às condições dignas de trabalho competem com os interesses de mercado.

    Sobre o Ceensp

    O Centro de Estudos Miguel Murat (Ceensp) é um importante espaço de atualização científica, com a troca permanente de experiências e conhecimentos entre pesquisadores de instituições do Brasil e de vários países, que vêm à Escola para debates com pesquisadores, alunos e demais interessados em contribuir com os diversos temas da saúde pública. O objetivo é apresentar e consolidar reflexões para a realidade de saúde pública e para o sistema de ciência e tecnologia. O Ceensp é um componente estratégico para a formação dos alunos, destinado à circulação de ideias e de diálogo com os diversos setores da saúde pública.

    Fonte: Texto Fiocruz

  • Assista trailer de O Lucro Acima da Vida

    Assista trailer de O Lucro Acima da Vida

    O filme longa metragem “O Lucro Acima da Vida” retratará toda a história do crime ambiental cometido pelas multinacionais Shell Brasil e Basf S.A. na planta industrial localizada no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Ele abordará o período desde antes da denúncia se tornar pública, com o cotidiano dos trabalhadores, passará pelas manobras das duas empresas na tentativa de escaparem de responsabilizações e punições e culminará com a vitória final dos ex-trabalhadores, do Unificados, da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq) e de entidades e pessoas que se somaram a esta luta.

    O filme

    O filme, uma ficção baseada em fatos reais, é rodado em locações nas cidades de Campinas e Paulínia. Cerca de 100 ex-trabalhadores da Shell/Basf atuam como figurantes. O papel principal é do ator Deo Garcez. Ele interpreta o coordenador da Atesq, entidade que junto com o Unificados enfrentou os 12 anos de batalha judicial contra as duas multinacionais.

    Para o ator, a oportunidade de participar deste filme é única. “Fazer parte de um projeto como este, que trata de uma tragédia humana e ambiental, em que tantas vidas foram perdidas, e o sofrimento ainda perdura, certamente dignifica e dá sentido a qualquer artista preocupado com sua função social”, declara.

    SIGA ESTE LINK – ou na imagem acima – para assistir trailer atualizado do filme “O Lucro Acima da Vida”, que está em fase de produção.


    Para a história

    Esta é uma luta que precisa ficar registrada na história. Ela deve ser eternizada e divulgada o máximo possível, por todos os meios, para que cresçam, cada vez mais, a resistência contra a contaminação ambiental, a defesa do planeta e da natureza, e que a vida e a saúde estejam acima dos interesses pelo lucro e da exploração capitalista, irresponsável e criminosa. Ou seja, que a vida esteja acima do lucro.

  • Atesq receberá “Diploma de Honra ao Mérito” da Câmara Municipal de Campinas

    Atesq receberá “Diploma de Honra ao Mérito” da Câmara Municipal de Campinas

    A Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq) receberá o “Diploma de Honra ao Mérito” da Câmara Municipal de Campinas, em reconhecimento à luta travada, e vitoriosa, dos ex-trabalhadores contra as multinacionais Shell Brasil e Basf S.A., causadoras de contaminação ambiental e humana a partir de sua planta industrial instalada no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia.

    A homenagem é uma iniciativa do vereador Paulo Bufalo (foto acima), do Psol, e será entregue em solenidade no dia 22 de novembro, às 20 horas, no Plenário “José Maria Matosinho” da Câmara Municipal, avenida da Saudade nº 1004, no bairro Ponte Preta.

    O vereador justifica o “Diploma”

    Assim o vereador Paulo Bufalo fundamentou as argumentações para sua iniciativa de propor à Câmara a concessão do “Diploma de Honra ao Mérito” à Atesq.

    “Atesq – A luta pela vida!

    Desejamos homenagear um grupo de trabalhadores que lutam pela vida há mais de dez anos na justiça. Em 2001, um grupo de ex-trabalhadores das empresas Shell S.A. e Basf S.A. criaram uma comissão para tratar questões de contaminações adquiridas no local de trabalho. As fábricas ficavam nos bairros Recanto dos Pássaros e Bairro Poço Fundo, em Paulínia.

    A contaminação ocorreu a partir de 1970 com produtos químicos como os pesticidas clorados Aldrin, Endrin e Dieldrin, compostos por substâncias cancerígenas. A contaminação ambiental também atingiu aos moradores desta região, que foram obrigados a se mudarem. Morreram até o momento 64 ex-trabalhadores.

    No início de 2002, o descaso das multinacionais levou o Sindicato Químicos Unificados – Regional de Campinas a tomar providências nos campos políticos e jurídicos. De lá para cá, a comissão recebeu apoio de diversas entidades do movimento social, parlamentares e pessoas comprometidas com a defesa da saúde e do meio ambiente, pela contaminação ambiental e humana.

    Em 2006, o grupo fundou a Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq). O coordenador geral da Atesq, Antônio de Marco Rasteiro, está no terceiro mandato da entidade. Rasteiro era trabalhador da Shell e vem representando os colegas pelo país ao levar a história e a coragem da luta. Os trabalhadores estão na justiça pela vida em uma batalha que durou mais de dez anos. O pedido dos operários era por um atendimento médico de qualidade. As empresas conseguiram arrastar nos tribunais e não concederam o plano de saúde.

    Vitória histórica dos trabalhadores

    A conquista dos ex-trabalhadores finalmente chegou, em 08 de abril de 2013, com decisão favorável, após 12 anos de vaivéns na justiça em primeira e segunda instâncias.

    A audiência no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, foi presidida pelo ministro Carlos Alberto Reis de Paula e teve a ministra Delaide Alves Miranda Arantes como relatora do processo. No total, 1.068 pessoas, entre ex-trabalhadores e dependentes, fizeram parte do processo.

    O coordenador da Atesq e ex-trabalhador da Shell, Antônio de Marco Rasteiro, acredita que foi “uma grande conquista em defesa da saúde e da vida dos ex-trabalhadores Shell/Basf, o principal foco da ação. Agradecemos a todos que se juntaram a nós nesta luta, mesmo contra a opinião de muitos que diziam que as multinacionais iriam ‘comprar tudo’ e que a causa, embora justa, estava perdida desde o início. E tudo começou com apenas três ex-trabalhadores, persistente e teimosos, que levaram dois anos até que a luta começasse a se concretizar.”

    O pagamento de indenização foi por danos morais coletivos, indenizações individuais proporcionais ao tempo de serviço e do plano de saúde aos ex-funcionários e seus dependentes. Parte desse valor será destinado à Fundacentro, ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) em Campinas e para a construção de uma maternidade em Paulínia.

    Outra vitória importante é que a indenização custeará o tratamento médico de pessoas contaminadas indicadas pelo Ministério Público do Trabalho, decorrentes de desastres ambientais, contaminação ambiental, intoxicação aguda ou acidentes de trabalho que envolvam queimaduras, preferencialmente na Região Metropolitana de Campinas.”

    VEJA TAMBÉM

    Reportagem da TV Campinas (EPTV) fala sobre o filme “O Lucro Acima da Vida”, que está em fase de produção pelo Sindicato Químicos Unificados e que contará a história desta vitoriosa luta dos ex-trabalhadores Shell/Basf, sindicalistas e militantes em defesa da saúde, da vida, do ambiente e de segurança no local de trabalho:

    SIGA ESTE LINK para assistir à reportagem da TV Campinas.

  • Filme sobre crime Shell/Basf chega na quarta etapa de gravação

    Filme sobre crime Shell/Basf chega na quarta etapa de gravação

    Os atores Deo Garcez (foto acima) e João Vitti, que estão no ar na reprise da novela O Cravo e a Rosa, na Rede Globo, gravaram no final de semana passado, em Campinas e Paulínia, mais uma etapa da produção do filme O Lucro Acima da Vida, que retrata o caso de contaminação dos ex-trabalhadores das empresas Shell Brasil e Basf S.A., em Paulínia. O ator Dennis Derkian, que já teve participações no seriado Malhação, na Globo, também fez uma ponta nesta etapa de gravações.

     

    João Vitti (esq) com Glória Nozella e Arlei Medeiros, dirigentes do Unificados
    João Vitti (esq) com Glória Nozella e Arlei Medeiros, dirigentes do Unificados
    O ator Dennis Derkian, em maquiagem antes das gravações
    O ator Dennis Derkian, em maquiagem antes das gravações

     

    No filme, Deo Garcez é De Marco, personagem que representa Antônio de Marco Rasteiro, presidente da Associação dos Trabalhadores Expostos às Substâncias Químicas (Atesq). Já João Vitti encara o papel do sindicalista Arlei Medeiros, que no longa é chamado de Matos.

     

    Gravação de cena no Hospital Samaritano de Paulínia
    Gravação de cena no Hospital Samaritano de Paulínia

    Foram gravadas cenas em que De Marco, personagem do Deo Garcez é avisado da morte de um dos colegas, o corinthiano Jardel. A cena da despedida de Jardel pelos amigos foi feita no Hospital Samaritano de Paulínia.

     

    Em outra locação, na Regional Campinas do Sindicato dos Químicos Unificados, foram gravadas cenas em que Matos, personagem do João Vitti, é escolhido pelos trabalhadores como porta voz para levar adiante na Justiça  a luta contra as duas multinacionais.

    Ficção x realidade

    Dirigentes sindicais e ex-trabalhadores têm atuado como figurantes no filme. Em uma das cenas gravadas neste fim de semana Arlei Medeiros fez uma participação ao lado do ator João Vitti, que o interpreta na ficção.

    O mesmo já ocorreu com Deo Garcez e Rasteiro.

    ASSISTA AQUI recortes das gravações realizadas

    O filme

    O filme, uma ficção baseada em fatos reais, é rodado em locações nas cidades de Campinas e Paulínia. Cerca de 100 ex-trabalhadores da Shell/Basf atuam como figurantes. O papel principal é do ator Deo Garcez. Ele interpreta o coordenador da Atesq, entidade que junto com o Unificados enfrentou os 12 anos de batalha judicial contra as duas multinacionais. Para o ator, a oportunidade de participar deste filme é única. “Fazer parte de um projeto como este, que trata de uma tragédia humana e ambiental, em que tantas vidas foram perdidas, e o sofrimento ainda perdura, certamente dignifica e dá sentido a qualquer artista preocupado com sua função social”, declara.

     

    Gravação de cenas externas
    Gravação de cenas externas

    João Vitti, além de estar na reprise da novela O Cravo e Rosa, atua na séria Rei Davi, na Record. “Meu desejo é que esse filme, além de ser um brado contra a ganância desmedida, seja porta voz das vítimas do caso Shell”, disse.

     

     

    Nick Nilson, diretor de O Lucro Acima da Vida
    Nick Nilson, diretor de O Lucro Acima da Vida

    A direção de O Lucro Acima da Vida é de Nic Nilson, jornalista e cineasta que já roteirizou e dirigiu vários filmes, como Turma do Capi e Um Natal Diferente. “Vamos mostrar essa história pela lente de quem viveu, lutou e segue com uma vida transformada pela inconsequência dessas multinacionais que no exterior estavam proibidas de produzir os agrotóxicos que vieram manipular no nosso país”, lembra.

     

    Campanha de doação – Atores contribuem com parte do cachê

    O filme O Lucro Acima da Vida está orçado em R$ 1.300.000,00. Parte dos recursos foi viabilizada pelos realizadores, o Sindicato dos Químicos Unificados e Associação dos Trabalhadores Expostos as Substâncias Químicas (Atesq). A produção é patrocinada pela Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico de São Paulo (Fetquim).

    Mas, para que o filme seja finalizado, serão necessárias doações. Até mesmo os atores se sensibilizaram e alguns já doaram parte do cachê. O nome e valor doado por qualquer pessoa ou empresa ficam expostos no site www.filmecasoshell.com

    Segundo Arlei Medeiros, produtor executivo do filme, a campanha de doação foi o único caminho encontrado para viabilizar a produção, o já que o governo não investe acreditando na cultura. “Infelizmente, os governantes não enxergam a cultura como multiplicador de educação e nem mesmo como geração de emprego e renda para a sociedade. Por isso é tão caro realizar um filme no nosso país. Não podemos esquecer que esta é a maior indenização por dano moral coletivo (R$ 200 milhões) já determinada pela justiça brasileira”, afirmou.

    LINK PARA A FICHA DE COLABORAÇÃO

    Para acompanhar as gravações e saber mais sobre o elenco, acesse as redes sociais: www.filmecasoshell.com ou www.facebook.com/filmecasoshell .

     

    O crime Shell/Basf e a finalização do processo

    NESTE LINK conheça toda história do crime ambiental cometido pela Shell Brasil e Basf S.A., no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Foram 12 anos de muita luta jurídica e manifestações nas ruas até que o caso se encerrou no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, em maio último.

  • Crime ambiental Shell/Basf é tema de debate na II Sipat, na Unicamp

    Crime ambiental Shell/Basf é tema de debate na II Sipat, na Unicamp

     

    O Sindicato dos Químicos Unificados e a Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq) foram convidados a participar da II Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat), organizado pelo Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com uma palestra ontem (05 de agosto) sobre o crime ambiental Shell/Basf. Da mesa dos trabalhos participou o advogado dr. Vinícius Cascone, da Atesq e do Unificados (foto acima, de Tatiane Malta).

    O professor doutor Heleno Rodrigues Corrêa Filho fala sobre a contaminação Shell/Basf ocorrida na planta industrial no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia
    O professor doutor Heleno Rodrigues Corrêa Filho fala sobre a contaminação Shell/Basf ocorrida na planta industrial no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia
    Na primeira fila, ex-trabalhadores na Shell/Basf e hoje dirigentes da Atesq
    Na primeira fila, ex-trabalhadores na Shell/Basf e hoje dirigentes da Atesq

  • Filme “O Lucro Acima da Vida” – Contribua para sua produção

    Filme “O Lucro Acima da Vida” – Contribua para sua produção

     

    O filme longa metragem “O Lucro Acima da Vida” retratará toda a história do crime ambiental cometido pelas multinacionais Shell Brasil e Basf S.A. na planta industrial localizada no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia. Ele abordará o período desde antes da denúncia se tornar pública, com o cotidiano dos trabalhadores, passará pelas manobras das duas empresas na tentativa de escaparem de responsabilizações e punições e culminará com a vitória final dos ex-trabalhadores, do Unificados, da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas e de entidades e pessoas que se somaram a esta luta.

     

    Trecho do filme, gravado em cenário que recupera bar em que ex-trabalhadores Shell/Basf se reuniam na década de 90 e início dos anos 2000
    Trecho do filme, gravado em cenário que recupera bar em que ex-trabalhadores Shell/Basf se reuniam na década de 90 e início dos anos 2000

    Esta é uma luta que precisa ficar registrada na história. Ela deve ser eternizada e divulgada o máximo possível, por todos os meios, para que cresçam, cada vez mais, a resistência contra a contaminação ambiental, a defesa do planeta e da natureza, e que a vida e a saúde estejam acima dos interesses pelo lucro e da exploração capitalista, irresponsável e criminosa. Ou seja, que a vida esteja acima do lucro.

     

    Contribua com este registro histórico

    A Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq), formada pelos ex-trabalhadores Shell/Basf, é a idealizado do filme “O Lucro Acima da Vida”. Como os custos para a produção de um longa-metragem são altos, ela conta com a colaboração de todos e todas que se identificaram com esta mobilização.

    Divulgue e peça para que seus amigos(as) também façam parte dessa história, contribuindo financeiramente para a concretização deste projeto.

    Vídeo sobre o filme

     

    Reprodução de imagem do filme "O Lucro Acima da Vida"
    Reprodução de imagem do filme "O Lucro Acima da Vida"

    ACESSE AQUI para assistir vídeo sobre trechos já filmados, e AQUI para visitar o site de “O Lucro Acima da Vida”. No site, no menu “Eu quero colaborar”, você encontra uma ficha e boleto para fazer a sua contribuição.

     

    Acesso rápido

    ACESSE AQUI caso você deseje ir diretamente para a ficha de colaboração.

  • Juíza Targa discute lições do crime Shell/Basf, em palestra na Escola Judicial. E é homenageada

    Juíza Targa discute lições do crime Shell/Basf, em palestra na Escola Judicial. E é homenageada

     

    Cerca de cem pessoas, entre magistrados, servidores e estagiários, lotaram o auditório da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-15), em Campinas, na tarde de 17 de abril, para assistir à palestra sobre o “caso Shell/Basf” proferida pela juíza Maria Inês Corrêa de Cerqueira César Targa. Titular da 2ª Vara do Trabalho (VT) de Paulínia, a magistrada é autora da sentença que condenou as empresas a indenizarem e a prestarem atendimento integral à saúde aos ex-trabalhadores da fábrica de pesticidas instalada no município e aos filhos destes gerados após a exposição dos pais a substâncias tóxicas.

    Após ser confirmada pela 4ª Câmara do TRT, a decisão foi objeto de recurso de revista no Tribunal Superior do Trabalho (TST), onde a ação foi finalmente resolvida no último dia 8 de abril.

    No evento, a juíza Targa recebeu homenagens (foto acima) dos ex-trabalhadores Shell/Basf, representados por Antonio de Marco Rasteiro e Mauro Bandeira Torres, coordenadores da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq).

    ACESSE AQUI para ler a matéria completa, diretamente no site do Tribunal Regional do Trabalho (TRT – 15ª Região), em Campinas.

    Assista vídeo da audiência final, no TST em Brasília

    ACESSE AQUI para assistir vídeo da sessão final no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, dia 8 de abril, que definiu o cumprimento de obrigações da Shell/Basf pelo crime de contaminação ambiental e humana por ambas cometido no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia/SP.