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Hoje (31/03), trabalhadores/as do 1º turno da da Medley atrasaram a jornada por duas horas em protesto contra os ataques promovidos por Temer, congressistas e pelos patrões aos direitos trabalhistas e à Previdência Social. O ato organizado pelo Unificados levou também informações sobre a campanha salarial do setor farmacêutico, que tem data base em 1º de abril (Leia mais aqui).

No período da tarde, trabalhadores/as e dirigentes sindicais do Unificados participam de um grande ato na Avenida Paulista, em frente ao MASP. Diversas categorias profissionais preparam para o dia 28/04 adesão massiva a uma Greve Geral contra o golpe aos direitos da classe trabalhadora.

 

 

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Não se trata de reformar a Previdência Social e muito menos gerar empregos com a reforma trabalhista. Trata-se de acabar com o emprego fixo, alugar pessoas e descartá-las de tempos em tempos para depois recontratá-las. Sem quaisquer direitos. Sem seguro-desemprego, sem auxílio doença e muito menos aposentadoria.

Essa nova legislação defendida por Temer e seus comparsas acaba com a proteção da Seguridade Social – que engloba a Previdência, Assistência Social e Saúde públicas – para transferir o dinheiro público ao sistema financeiro e empresas privadas.

A aprovação do PL 4302/98, que libera a terceirização (inclusive no serviço público), é uma clara oportunidade para ampliar e perpetuar a corrupção no País. Com tudo terceirizado, além da queda na qualidade dos serviços, não haverá quem investigue tantos contratos em tantos municípios, cidades e estados do País.

A saída única é resistir. Ir às ruas, protestar! Marcar e pressionar cada deputado e cada senador que votar contra os direitos sociais garantidos na Constituição de 1988.

 

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