Regional Campinas
Trabalhadoras e trabalhadores da PPG, em Sumaré, denunciam situações de assédio moral. Segundo os relatos que chegaram ao sindicato, alguns gerentes e supervisores fazem avaliações injustas, exigem que façam horas extras e ameaçam os trabalhadores ao dizer que ninguém terá promoção ou aumento de salário.
“Não é possível aceitar essa pressão em cima dos trabalhadores!”, diz afirma José Roberto do Nascimento (Latinha), dirigente do sindicato – Regional Campinas
Acidentes frequentes no Condomínio São Francisco (antiga Rhodia), em Paulínia, preocupam trabalhadoras e trabalhadores. O sindicato Químicos Unificados alerta para a precarização do trabalho e os constantes ataques aos direitos de todos e todas, sejam trabalhadores diretos, terceirizados ou prestadores de serviço dentro do condomínio.
Trabalhadores diretos, prestadores de serviço e terceirizados sofrem com precarização
Em um curto prazo dois acidentes ocorreram dentro do condomínio. O mais grave, no dia 11 de junho, um trabalhador de uma empresa prestadora de serviços foi a óbito. O acidente ocorreu durante desmontagem da empresa Tereftálicos, que está fora de operação no Complexo Industrial de Paulínia.
No início de junho aconteceu um incêndio na mesma empresa.
“Isso é muito preocupante, pois acabamos de passar pelo SPIE (Serviços Próprios de Inspeção de Equipamentos). Nós já estamos tomando as medidas cabíveis e necessárias, além de cobrar o RH da empresa para a maior proteção das trabalhadoras e trabalhadores”, afirma André Henrique Alves, dirigente do sindicato Químicos Unificados – Regional Campinas.
“Essas ocorrências frequentes mostram bem os problemas das empresas no complexo industrial em relação à segurança e precarização dos equipamentos. Por isso é importante esse alerta! A vida do trabalhador não pode correr mais risco que ele já está sujeito no seu dia a dia”, diz Valdemir Gomes do Nascimento (Mi), dirigente do sindicato e trabalhador na Rhodia.
“É necessário unirmos forças para combater o Capital, que quer obter lucro a qualquer custo, seja com a precarização, terceirização ou até mesmo ignorando regras de segurança”, afirma André Henrique Alves, dirigente do Químicos Unificados.
O lucro nunca pode estar acima da vida!
21 de julho vai acontecer a nossa tradicional festa julina do Químicos Unificados! E o melhor: vai ter festa no Cefol Campinas e no Cefol Osasco no mesmo dia! Teremos comida típica, música boa e os melhores prêmios no bingo.
Acompanhe as nossas redes sociais e entre em contato com a sua Regional para mais detalhes! Bora curtir um arraiá, sô!!!!
Livres Agroecologia e ANC inauguram dia 8 de junho a primeira loja de produtos orgânicos e agroecológicos no Ceasa Campinas
O Livres Agroecologia, que conta com apoio do Químicos Unificados, e a ANC (Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região) abrem dia 8 de junho o primeiro ponto de vendas de produtos orgânicos e agroecológicos dentro do Ceasa Campinas. A Central de Alimentos Orgânicos – Rede Livres conta com uma estrutura organizada para atender quase 6 milhões de pessoas, que moram na RMC e no Sul de Minas com mercadorias oriundas da agricultura familiar e da Economia Solidária. A loja atenderá no atacado e varejo. O Livres Agroecologia não atua como atravessador, pois os preços dos produtos são definidos pelo produtor e somados ao custo da operação. Desta forma, é uma empresa social e os resultados são aplicados nos projetos. O Unificados apoia o consumo e a produção de orgânicos e agroecológicos por entender que a produção de agrotóxicos e seu uso indiscriminado nas lavouras brasileiras está envenenando e matando a classe trabalhadora. Por isso, apoie também a produção de alimentos livres de veneno!
Inauguração da Central de Alimentos Orgânicos – Rede Livres
Onde? Portão 16, BOX U01 no Mercado de Flores no Ceasa Campinas
Quando? Dia 8 de junho, às 10h
O Químicos Unificados conta com um importante corpo jurídico sério e estruturado para atender as trabalhadoras e os trabalhadores. Fazem parte do departamento advogados trabalhistas, civil, criminal e previdenciário, que tem viabilizado processos de aposentadoria favoráveis aos trabalhadores. Da mesma forma, as demais áreas estão à disposição do sócio para encontrar sempre a melhor solução para o todos e todas. Para quem precisar ou tiver interesse, basta realizar o agendamento diretamente com o sindicato em Campinas (19) 3735 4900 e em Osasco (11) 3608-5411.
Atenção cipeiros! Novas regras, vigentes desde março do ano passado, inclui também a função de prevenir, no ambiente de trabalho, todo e qualquer tipo de assédio. Por esse motivo, passa ser chamada de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio” (Cipa+A). Portanto, as Cipa+A devem estabelecer regras comportamentais no ambiente de trabalho para combater o assédio moral e sexual. O objetivo é incluir normas internas nas empresas, com ampla divulgação a todas as trabalhadoras e trabalhadores. O Sindicato Químicos Unificados conta, desde dezembro do ano passado, com a plataforma “Observatório de combate ao assédio moral e sexual”. Trata-se de um canal de troca de informações sobre o que está acontecendo no chão da fábrica para o sindicato intermediar e buscar soluções. O objetivo é apoiar os trabalhadores que sofrem ações compatíveis com assédio moral ou sexual no seu local de trabalho.
Trabalhadores relatam perseguição, avaliações injustas, além de líderes e supervisores exigirem que façam horas extras
Trabalhadoras e trabalhadores da PPG, em Sumaré, denunciam supostas situações de assédio moral. Segundo os relatos que chegaram ao sindicato, chefes dos setores de logística e líderes e supervisores dos prédios 9.000 e 4.000 estão fazendo avaliações injustas e exigindo que façam horas extras, ameaçando os trabalhadores ao dizer quer há muitos currículos entregues na empresa. “Ninguém é obrigado a fazer hora extra. A empresa não pode exigir isso dos trabalhadores como também não pode dizer que isso depende de uma boa avaliação para forçar as pessoas a trabalharem além do seu horário”, afirma José Roberto do Nascimento (Latinha), dirigente do sindicato – Regional Campinas. Os relatos contam que essa avaliação condicionada à hora extra está acontecendo no setor de OEM e Refinish do prédio 9.000, no prédio 4.000 e na logística do setor da tinta e pó. Portanto, a avaliação individual do trabalhador (dados que são referências, por exemplo, para promoção) considera o fato do trabalhador não se colocar à disposição a fazer hora extra e por cobrança de metas altas, quase impossíveis de alcançar. Não é possível aceitar essa pressão em cima dos trabalhadores! Somente com luta mudamos a vida!
Os trabalhadores e trabalhadoras da Natura, junto com o sindicato, continuam na luta contra a proposta da empresa. A Natura está indo com força total, fazendo materiais dizendo quais seriam as melhorias no ambiente de trabalho caso o 6×2 fosse aprovado. Mas sabemos que não há melhorias, apenas mais trabalho, mais doenças, menos descanso e menos convívio com a família e os amigos. Além do discurso de melhoria, relatos que chegaram ao sindicato apontam que a empresa estaria pressionando os trabalhadores e trabalhadoras a aprovarem a proposta. Inclusive, os relatos incluem até ameaças de demissão. O Químicos Unificados continuará atento a situação e pedimos que continuem denunciando. Continuamos junto aos trabalhadores e trabalhadoras da Natura por melhores condições de trabalho e contra o assédio moral!
O Rio Grande do Sul vem sofrendo por conta da crise climática que acarreta desastres ambientais. Está na hora de demonstrarmos nossa solidariedade e ajudar aqueles e aquelas que precisam! As sedes do Químicos Unificados em Campinas e Osasco estão recebendo doações de produtos de higiene, água potável, alimentos não perecíveis, além de produtos de limpeza, roupas e calçados.
Dia 31 de março completa 60 anos do golpe de Estado, que deu início a um dos períodos mais cruéis da história brasileira
Tortura, perseguição, ataques à democracia e aos trabalhadores e muitas mortes: um dos períodos mais sombrios da história, que foi a ditadura militar no Brasil. Nas primeiras horas do dia 31 de março de 1964, tropas comandadas pelo general Olímpio Mourão partiram de Juiz de Fora (MG) em direção ao Rio de Janeiro consumando um golpe há muito tempo arquitetado pelas forças militares. Com a justificativa de restaurar a disciplina e a hierarquia nas Forças Armadas e deter a “ameaça comunista”, os militares utilizavam métodos de tortura, cruéis que muitas vezes levavam os torturados à morte ou à loucura. Estudo inédito mostra que 1.654 camponeses foram mortos ou desapareceram desde o golpe de 1964 até a promulgação da Constituição, em outubro de 1988. O número supera em quase quatro vezes o do relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que listou 434 mortos e desaparecidos, sendo 41 camponeses. Além da repressão violenta, havia também a censura. Durante a ditadura, foi enorme a censura sob as produções culturais que contrariavam as doutrinas militares. Não podemos esquecer esse período cruel e sombrio da história brasileira! É preciso lembrar sempre para que a gente não corra mais riscos. Ditadura nunca mais! Dirigentes do Químicos Unificados foram





